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O Mal que não se Encontra

Onde está o mal que muitos dizem ser o causador de todas as misérias? Muitos podem afirmar que está em toda parte. Na penúria humana... Nas injustiças diárias, nos dramas de bilhões de pessoas que erram por este mundo tão turbulento! Outros possuem a visão já discutida e bem colocada de que o mal é a ausência do bem na vida das pessoas! É a ignorância que insiste em tomar conta dos corações e das mentes, das ações da humanidade! Prefiro, sinceramente, optar pela ótica dos otimistas. Mais do que a ausência do bem, o mal seria apenas o bem em potencial... Como? O mal é sempre um pensamento, uma atitude torta. Caso prestássemos atenção saberemos que o mal é o início de um despertar para o bem. Ele não existe ou persiste por muito tempo, um dia não mais existirá na Terra. É preciso mudar o foco de visão. Enxergamos a dor como aprendizado... Lembremos da lição do copo meio cheio ou vazio... A maioria vê um copo meio vazio e não meio cheio... Prefiro enxergar o bem em potencial e nã...

Oh Senhor!

Oh Senhor meu Deus! Estou aqui para louvar tuas bênçãos Sobre nós, pobres seres em evolução, Que ainda insistimos em dar adeus... Às coisas boas da vida, Que nem sempre são boas para o espírito... Infelizmente a frequência destes abandonos São menores do que deveriam... Ainda comanda a nossa mente E nosso coração, A vontade de fazer e cometer Os mesmos equívocos de eras incontáveis Realmente sem fins... Oh Senhor meu Deus! Auxilia-me a tirar de mim essa angústia Que demonstra minha falta de fé. Minha demora em reconhecer Meus erros seculares , Que impedem o meu bem viver... Crede-me sincero e porventura inspirado Pelo teu galardão: um amor transfigurado! Transformado em simples desejo... Aliado ao ato bom e justo, Que segue teus portentosos ensinos De eras sem fim, longe de nossos desatinos... Basta-me Tua complacência, Tua benevolência e perdão Para que eu me fortaleça Em teu seio de amor e nenhuma ilusão! Pobre serei aind...

O Valor da Amizade

Era Arlindo Um caso pra lá de perdido... Gostava de bagunça Que realmente incomodavam os outros, com toda pujança... Já Ricardo Era gentil e delicado, Porém bastante atento Aos companheiros ao seu lado! Arlindo vivia ocupado Com o próprio umbigo furado... E Ricardo vivia também ocupado Ajudando os outros mesmo que adoentado... Diziam que os dois Eram o oposto do outro... Um era o desleixo e maldade em pessoa, O outro era a bondade e alegria que ressoa! O que as pessoas não sabiam Era que Arlindo era sofrido da vida... Abandonado e maltratado vivia Assim, retribuía com revolta a dor vivida! Já Ricardo era bom por natureza E estava disposto a sempre ajudar com certeza A qualquer amigo que vivia na pobreza... Do corpo ou da alma sem frieza! Um dia os dois se encontraram E num obrigado sorridente Ricardo despertara a amizade De Arlindo sem alarde... Ricardo mostrou-lhe Outro lado da vida... Desconhecido e imediato, ...

Significa Muito

Significa muito para mim... Para todos nós... Falar um pouco no GFE. Momentos de alegria fraterna, de amizade e simplicidade. Quanto tempo se passou... Quantas coisas mudaram e tantas outras que permanecem quase as mesmas. O mais importante é a vontade de levar o ideal do Cristo à frente, sem esmorecer, embora, por vezes haja tanta dificuldade em levantar a cabeça. Mas como bons amigos, bons soldados de Jesus, vocês insistem, seguem adiante e por fim vencem! Ficam mais fortes e mais preparados para novas dificuldades. É importante meus amigos, que estejam firmes e cientes do papel e responsabilidade de cada um nesta casa de Cristo. Por mais que pareça pequena a sua participação, não se desvalorizem. Cada um tem seu tempo de estar mais à frente de uma ou mais atividades, cada um tem o seu potencial de levar adiante as ideias que tem em mente, materializá-las de acordo com seu próprio esforço auxiliado pelos companheiros. Esta casa que tem o “Fraterno” em seu nome é uma casa de ir...

Olhe o Mal

O mal É o tal... Algo frugal, Elemental? Não! Nada disso! É queda íntima, Ignorância minha... E também da outra pessoa, talvez corrompida... O mal é falta De bom senso em alta... Carinho peralta, Sorriso sem falta! O mal não existe, Por que é o bem que nasce Como semente Em solo enlameado, mas descente. O mal... Antítese aparente do bem, Só que na verdade É etapa a ser vencida para vir ser o próprio bem... O mal... Olhe por outro ângulo, Transforme-o em algo positivo Sugestivo e cativante, e não cativo O bem, que fará o coração sempre ativo! Sodré, o ritmista esquecendo o mal para daqui pra frente falta o bem e etc e tal! – 20.06.14, psicografado por Jerônimo Marques

Para que Revidar?

Nos diversos caminhos que a vida nos apresenta através de situações positivas, embaraçosas, dificuldades mil, necessitamos do bom senso e da paciência. Quando um companheiro nos agride com verbalismos chulos, agressivos, recorremos à serenidade a fim de evitar desgostos, sintonias de agressividade, raiva, rancor, os quais trazem consequências desastrosas ao nosso espírito! Por vezes somos testados no limite de nossa paciência por determinadas situações, razões de forças maiores, fatores naturais, os quais independem da nossa vontade e do próximo... Então por que perder a calma e revidar no próximo? Tomar tal atitude não é o melhor caminho a ser percorrido, pode-se encontrar consequências desastrosas. O velho ditado afirma: violência gera mais violência! Sábio é aquele que consegue evitar o revide e se possível apaziguar os próprios ânimos exaltados, fazendo com que o propenso adversário mude, repense sobre as próprias atitudes. Conquanto, há momentos que poderá ser considerado c...

Perspectiva

É fácil a escalada para o medo e a ignorância dos sentimentos que nos afastam de Deus. Alertara o Mestre Nazareno, a porta larga é grande demais, quando comparada a entrada estreita das virtudes e perfeições as quais um dia iremos alcançar. Além de imensa, a porta é chamativa aos nossos olhos, sentidos do corpo e da alma! Por que essa porta é larga e a outra é estreita? Não seria porque estamos mais próximos da porta dos prazeres, dos vícios, das iniquidades, da ignorância da alma?  Aliás, não seria apenas uma noção de perspectiva? Para ilustrar melhor, basta refletir um pouco. Utilizemos de duas esferas de 1 m de raio, ou seja, de um lado à outra elas mediriam 2 m. Elas estariam separadas por cerca de 1 quilômetro de distância numa planície com vegetação rasteira que em nada atrapalha ou esconde-nos a visão. Aproximamo-nos de uma delas até o ponto de tocá-la. Percebemos em todo o seu tamanho, detalhes. Quando a tocamos sentimos sua estrutura, temperatura. Podemos observar e...