Saber Amar
Saber Amar
A palavra amor representa um
sentimento universal em que a humanidade terrena ainda busca compreender o seu
verdadeiro sentido.
Ainda é compreendida mais no
sentido do amor entre apaixonados ou talvez seja considerada em sua melhor
expressão, o amor materno.
Ainda assim, o saber amar
carece de mais profundidade por boa parte da humanidade, não fosse assim,
dificilmente veríamos tantas mazelas sociais na atualidade.
Saber amar é compreender com
empatia as diversas situações da vida. Desde as mais corriqueiras, até as mais
intensas e que nos exigem grande esforço, físico, mental, social e espiritual!
O médium a qual nos recorremos
acredita que na maioria do tempo, consegue amar. Conquanto, volta e meia se
questiona se sabe realmente? Daqui, do plano espiritual, fazemos os mesmos
questionamentos, com a diferença que temos um pouco mais de consciência por
estarmos com menores barreiras do que os que erram pela encarnação.
Se soubéssemos amar, saberíamos
questionar o outro que faz algo que nos incomoda, utilizando o respeito, a
tranquilidade e a sabedoria. Para isso, é preciso exercitar as emoções,
exercitar a comunicação bem-feita, a empatia, e organizar os pensamentos e
atitudes a fim de encontrar soluções plausíveis para ambas as partes.
Se soubéssemos amar,
entenderíamos o choro e a aflição alheia. Saberíamos como acolher essa dor, sem
julgamentos, sem ferir, os que nos ferem por estarem em tal condição. Para
isso, precisamos exercitar novamente a empatia, mas sobretudo, o controle dos nossos
pensamentos e atitudes. Jesus nos deixou claro como proceder ao afirmar: faça o
que gostaríeis que vos fizessem”.
Se soubéssemos amar,
importaríamos com o sofrimento alheio, além dos nossos filhos, e dos nossos
familiares ou amigos. Saberíamos parar para escutar, parar para estender a mão
sem condições humilhantes a quem precisa de nós. Tudo necessita de treino, de exercício,
de paciência.
Se soubéssemos amar, nos
esforçaríamos para seguir alegres, educando nossos demais sentimentos de forma
que a alegria não fosse leviana, a tristeza não nos tirasse a força de viver, a
raiva fosse instrumento de ação de justiça reta e efetiva, o medo nos confrontasse
para nos deixar alerta, sem nos paralisar entre tantos outros sentimentos que
nos auxiliariam a agir com consciência de que somos todos irmãos, com direitos,
deveres, mas com harmonia de convivência fraterna.
Enfim, para aprendermos
realmente a amar, não podemos esquecer que a Terra é uma escola onde
vivenciamos as provas necessárias para este belo aprendizado, embora difícil e
desafiador! Para saber amar é preciso olhar com consciência do que
realmente somos, fazer as necessárias autocríticas e seguir em frente! Hoje
ainda somos alunos iniciantes, mas um dia chegaremos lá! Sigamos!
Jesair
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